Como evitar os efeitos da alergia ao marisco

O marisco é um dos alimentos que mais produz alergias. Dentro desta categoria, os crustáceos são os que mais causam problemas, por isso vos damos algumas dicas para saber como evitar os efeitos da alergia ao marisco. Ser alérgico ao marisco não significa sê-lo também para o peixe. O pior de esta alergia é que costuma aparecer em idade adulta, com o que já teremos prêmios de sobra esses alimentos e nos veremos obrigados a evitá-lo, já que costuma se arrastar por toda a vida. Em geral, a alergia ocorre uma vez que temos consumido de frutos do mar, mas não é impossível que ocorra ao tocá-lo ou olerlo. Os sintomas de uma reação alérgica a frutos do mar não se distanciam muito dos que possam ocorrer com qualquer outra alergia. Costumam aparecer entre cinco minutos e duas horas depois de ter comido, embora em algumas ocasiões pode passar muito mais tempo. Cabe a possibilidade de que surja urticária, inchaço, especialmente na garganta, língua e face, urticária e dificuldade para respirar. Você tem que bloquear a reação quanto antes, de forma que evitemos uma crise anafiláctica, que se trata de uma manifestação muito grave, que afeta todo o corpo e pode levar a causa para a morte. Dicas para evitar os efeitos da alergia ao marisco Quais os cuidados que podemos ter? Vos apresentamos algumas delas: -Verificação: Os alimentos podem conter vestígios de algum tipo de marisco. Por isso, devemos garantir e verificar os rótulos de tudo o que você compra. -Óleos: Quando estamos cozinhando há que prestar atenção para não usar o mesmo óleo em que for frito, marisco para outros produtos. O erro que o levará ao alérgico a sofrer uma reação. -Manipulação em casa: Devemos controlar a manipulação de marisco em casa de forma que possamos sentir-se só a sua presença pode causar alergia. Não é muito comum, mas pode ocorrer. -Restaurantes: Parece óbvio, mas temos que evitar os restaurantes especializados em peixes e frutos do mar. Lá será muito mais fácil sofrer uma reação alérgica, ao fim e ao cabo, estamos cercados. Qualquer elemento de lá pode ser um fator de risco. -Amigos e parentes: Devem ser plenamente conscientes do tipo de alergia que temos e saber onde guardamos ou até mesmo levar eles mesmos uma injeção de adrenalina. -Advertências: Embora o nosso médico sabe que não devemos deixar passar a ocasião de lembrar-lhe que somos alérgicos a frutos do mar. E sempre que nos vão colocar uma vacina ou injeção de qualquer tipo, também o discutir. -Chapa de identificação: É recomendável que portemos uma chapa que aponte para o tipo de alergia e seu grupo sanguíneo. O que vos parecem estas precauções para evitar os efeitos da alergia ao marisco? Fonte imagem: Pixabay